sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
ANALISE: MASS EFFECT 2
O Nintendo Wii pode ser o console mais vendido do mercado, mas mesmo assim ele tem as suas carências, como bons jogos de RPG e jogos de luta. E é sobre esse último que iremos falar hoje. Tirando Super Smash Bros. Brawl, a lista de jogos de luta para o Wii no ocidente (alguns títulos foram lançados apenas no Japão) não é lá das melhores. Eis que surge então Tatsunoko vs Capcom: Ultimate All-Stars, exclusivamente para o Wii e arcades.
Produzido pela Eighting (que já tem alguma experiência na produção de jogos de luta) e distribuído pela Capcom, Tatsunoko vs Capcom é o sétimo título da série versus, que inclui a famosa série Marvel vs Capcom e nasceu lá no ano de 1994, com X-Men: Children of the Atom (sim, eu sei que ele não é um versus, mas foi quem deu origem a tudo). Marvel vs Capcom 2, lançado em 2000, foi o último da série. Agora passados oito anos, a série versus renasce com força total no seu Wii.
Saem os mutantes, aranhas e vingadores da Marvel (que agora pertencem à Activision) e entram o elenco do estúdio japonês Tatsunoko Productions. Nunca ouviu falar? Você não gosta de animes? Não assistia desenhos nos anos 70? Não se preocupe, apesar da maioria dos personagens da Tatsunoko serem desconhecidos por aqui (a maioria de animes dos anos 70), a mecânica e o espírito da série versus se manteve intacta, ou seja, pode esperar um jogaço de luta e muita diversão! Vamos a ele.
Nostalgia com cara nova
Infelizmente a bela introdução japonesa em estilo anime foi alterada na versão americana, que não ficou tão legal, assim como os finais de cada personagem e alguns temas, mas tudo bem, o mais importante é que a mecânica e a diversão não foram tocadas. A primeira coisa que você irá notar quando começar a jogar são os gráficos 2.5D, uma combinação entre gráficos 3D e e jogabilidade 2D. Os gráficos dos cenários possuem boas texturas e a dos personagens são renderizados em cell shading 3D, o primeiro da série versus a usar esse estilo. Claro que está longe da qualidade do belíssimo Cell Shading de Street Figter IV, mas os gráficos de Tatsunoko vs Capcom casaram muito bem com os padrões do Wii, são agradáveis e bem polidos. É tudo tridimensional, mas com aquela nostalgia 2D igual aos jogos clássicos da série Street Fighter.
Os cenários ao fundo em sua maioria possuem modelagens e texturas simples, mas estão bem trabalhadas, são bem animadas, coloridas e são visualmente agradáveis de se ver. Mas o grande destaque mesmo são os efeitos visuais, com um competente uso de luzes, sombras e cores, principalmente nos golpes especiais e nos combos dos personagens, que são lindos de se ver e acabam impressionando, ficando bem acima da média de outros jogos de luta para o console, como o recente TMNT: Smash Up. Os personagens estão todos bem caracterizados e possuem animações graciosas e detalhadas.Agora um dos fatores mais importantes em um jogo de luta, a sua jogabilidade. Como de costume, os jogos para o Wii têm uma tendência a simplicar os controles para que a maioria dos jogadores possam se adaptar, e aqui não é diferente. Temos para todos os gostos, se você já é um veterano em jogos de luta, poderá jogar com o controle clássico ou com o controle do Game Cube, que oferecem todos os recursos e técnicas clássicas dos jogos de luta. Ou você ainda pode usar apenas o Remote ou o Remote com o Nunchunk, indicado para os iniciantes em jogos de porrada, pois eles simplificam os comandos e golpes mais elaborados. Aqui não temos o tradicional controle de seis botões, apenas três serão usados (fraco, médio e forte) e um quarto botão para acionar o parceiro. Sim, o sistema de lutas é em duplas, podendo alternar entre eles durante a batalha. Você leva um tempo para se acostumar com o esquema de três botões, especialmente para se alternar entre socos e chutes, mas nada que um pouco de prática não resolva.
Além dos golpes de cada personagem, temos os comandos universais, como corridas para trás ou para frente, o air launcher, pulos duplos, super pulos, agarrões e as barras de energia que podem acumular até cinco níveis, que podem ser gastas para usar golpes especiais, combos e maravilhosos hyper combos. Como novidade alguns novos comandos foram adicionados, como o Baroque, que permite combos maiores e o Mega Crush, usado para escapar de investidas perigosas, inclusive hyper combos.
Os comandos são precisos e fluidos, e os personagens respondem instantâneamente, mesmo a comandos mais elaborados, não causando nenhum tipo de problema ou dor de cabeça para quem está jogando. As lutas são bem balanceadas, e se você dominar bem as técnicas e combinações, poderá jogar bem com qualquer um dos personagens, com combos e sequências devastadoras.
E falando em personagens, temos um elenco de 26 lutadores. Do lado da Capcom temos uma lista bem variada, passando por Ryu, Chun-Li, Morrigan e até Frank West de Dead Rising. Dois personagens são gigantescos na tela e não podem usar parceiros durante as lutas, é o Gold Lightan da Tatsunoko e PTX-40A do lado da Capcom, o mech do jogo Lost Planet. De um modo geral, são poucos lutadores (Marvel vs Capcom 2 tinha 57 personagens), a lista poderia ser um pouco maior, mas com certeza vai dar pra gastar um bom tempo até você aprender a jogar com todos os lutadores. Veja a lista completa dos personagens e sua origem abaixo:
Capcom- Ryu – Street Fighter- Chun-Li – Street Figter II- Alex – Street Fighter III- Morrigan Aensland – Darkstalkers- Batsu Ichimonji – Rival Schools: United by Fate- MegaMan Volnutt – Mega Man Legends- Kaijin no Soki – Onimusha: Dawn of Dreams- Roll – Mega Man- Saki Omokane – Quiz Nanairo Dreams- Viewtiful Joe – Viewtiful Joe- PTX – 40A – Lost Planet: Extreme Condition- Frank Wets – Dead Rising- Zero – Mega Man X- Yami – OkamiTatsunoko- Ken the Eagle – Science Ninja Team Gatchaman- Jun the Swan – Science Ninja Team Gatchaman- Casshan – Neo-Human Casshern- Tekkaman – Tekkaman: The Space Knight- Polimar – Hurricane Polymar- Yatterman-1 – Yatterman- Karas – Karas- Doronjo – Yatterman- Ippatsuman – Gyakuten! Ippatsuman- Gold Lightan – Golden Warrior Gold Lightan- Tekkaman Blade – Tekkaman Blade- Joe the Condor – Science Ninja Team Gatchaman- Yatterman-2 – Yatterman
Você pode esperar todos os modos clássicos de um jogo de luta, temos o Arcade, o Time Attack, Survival, Vs Play, Treino, Shop e Gallery para você comprar extras, além de um modo online. O game além das lutas, oferece alguns bônus, em forma de mini-game bem ao estilos dos jogos old school da Capcom, como Commando.
O game também apresenta uma boa trilha sonora, além de ter vozes em inglês e japonês bem interpretadas. Os efeitos sonoros estão bem produzidos e casam bem com a ação frenética das batalhas. O único defeito do jogo é a lista de personagens da Tatsunoko completamente desconhecida fora do Japão. Mas todos eles são ótimas opções como lutadores, com golpes, combos e especiais únicos para cada um, além dos já conhecidos personagens da Capcom.
Conclusão: Tatsunoko vs Capcom: Ultimate All-Stars é um excelente jogo de luta, não apenas nos padrões para o Wii, mas em um contexto geral. O Wii pode não ter um Street Fighter IV, mas tem um jogo exclusivo nos moldes do genial Marvel vs Capcom 2, que resgata aquela jogabilidade alucinante, com super pulos, air attacks, hyper combos, lutas em dupla, que fizeram de Marvel vs Capcom 2 um dos melhores jogos de luta de todos os tempos. Seja você um iniciante ou um veterano em games de porrada, você terá vários motivos para jogar Tatsunoko vs Capcom, com um jogabilidade que irá agradar a ambos os jogadores. Se você estava procurando um bom jogo de luta para o seu Wii além de Super Smash Bros Brawl, Tatsunoko vs Capcom é o jogo perfeito para você.
ANALISE: Army of Two: The 40th Day PS3 XBOX360
Relativamente nova no mercado, a série "Army of Two", uma criação da Electronic Arts explorando o elemento cooperativo, retorna após uma satisfatória estreia. A primeira vertente, lançada em 2008, foi longe de ser impecável, mas conseguia oferecer enredo e gameplay sólidos, e por isso mereceu alguns elogios. Entre os defeitos mais visíveis estavam uma IA muitas vezes falha, principalmente a do seu parceiro, e assim parte boa da experiência ficava praticamente exclusiva ao cooperativo com um amigo. Não que não houvesse como se entreter jogando sozinho, mas a diferença, como é comum de acontecer em casos como esse, era enorme. Army of Two: The 40th Day chegou com a chance de eliminar esses problemas, e muito embora não faça exatamente isso, traz algumas novidades na bagagem que indiscutivelmente o tornam bem superior e mais "corpudo" que o primeiro.
Salem e Rios, a dupla de mercenários original e seus respectivos estereótipos "mais jovem" e "fortão", estão de volta, assim como seu contato, Alice, todos ainda trabalhando para uma corporação militar privada. Um pouco mais distante do Oriente, onde ambos se envolveram em missões perigosas, a dupla está agora em Xangai. O jogo começa mostrando a maior cidade da China segundos antes de um ataque militar que a deixa em frangalhos, destruindo distritos e, claro, matando centenas ou milhares de pessoas. Logo após tamanha calamidade, a história regride e mostra a mesma cidade, quando a dupla chega, dias antes do atentado. A partir daí, o jogador seguirá os eventos e será apresentado a uma grande conspiração.
A história de "Army of Two: The 40th Day" é bem escrita, e o modo como é retratada nas sequências do jogo, bastante plausível. Entre tiroteios e salvamentos, o jogador testemunhará, principalmente, a cidade aos poucos sendo arruinada, com grandes construções vindo abaixo. O nível de realismo é bacana, embora os objetos sendo destruídos sejam mais simples, tais quais as partes arruinadas dos cenários, que alternam entre trechos bem detalhados e trabalhados, e outros nem tanto. Os modelos dos personagens estão fantásticos, mas como de costume eles estão muito acima dos demais participantes da história, incluindo Alice. Uma pena também que haja muito serrilhamento nos contornos – parece que tiveram de desligar o anti-aliasing em prol de uma melhor performance. Se for, valeu a pena, pois o jogo roda perfeito em todas as partes.
"Army of Two: The 40th Day" envolve uma gameplay, como diz a própria produtora, 100% voltada para cooperação em dupla. Isso significa que não se deve ignorar seu companheiro, já que ele será fundamental de uma forma ou de outra durante as missões. Primeiramente, quando um dos dois é abatido, o outro deve, em uma questão de segundos, revitalizá-lo com uma "injeção milagrosa" (que só existe nos videogames, claro). Caso isso não seja feito, é game over, independente de haver ou não inimigos na tela.
Em segundo lugar, há o sistema de Aggro, elemento particular da série que é parte fundamental da gameplay a dois. Enquanto um atira nos inimigos e, com isso, chama a atenção para si (ganhando a coloração laranja), o outro pode flanquear e pegar os oponentes de guarda aberta (esse estará na cor azul). Quem vai fazer o que pode ser definido através de ordens dadas ao companheiro. Você pode ordenar, por exemplo, que ele fique onde está (enquanto você resolve tudo sozinho), se posicione defensivamente e ofereça mais suporte. Por fim, você pode mandá-lo resolver as coisas quase que sozinho, defrontando oponentes e assim oferecendo a abertura mencionada. Não são muitas opções, mas elas são cruciais em certas passagens.
Uma das maiores reclamações na primeira edição era a IA do seu parceiro, que às vezes era suicida, tanto no sentido ofensivo quanto na hora de ajudar você quando abatido. O que acontecia era uma falta de senso de preservação pessoal, com ele ignorando rajadas de tiros para ajudar você. Agora, a IA está mais precisa, tendo consciência de que primeiro ele deve abater os agressores para poder salvá-lo. Outro fator positivo é que agora será mais incomum situações em que você precisará salvar seu companheiro, algo que só deve ocorrer com mais frequência contra oponentes mais cascudos, considerados subchefes de fase.
Infelizmente, isso também ocorre porque os próprios oponentes não estão lá essas coisas. Há vezes em que eles se prendem tanto ao elemento Aggro, atirando em quem está "laranja", que eles simplesmente ignoram completamente o outro adversário, mesmo estando ele à sua frente. Eles também são incapazes de agir decentemente contra um oponente provido de um escudo – gastam munições e munições e mal atingem-no, mesmo estando muito próximos. Raramente flanqueiam, e às vezes ainda se expõem. Enfim, eles só oferecerão dificuldade se os jogadores decidirem fazer as coisas sozinhos e avançarem inadvertidamente – nesse caso, eles causarão um grande estrago. Ou ainda dentro de alguns contextos no jogo, como quando eles estão ameaçando reféns.
Army of Two: The 40th Day oferece alguns elementos diferenciados em sua gameplay que o separa um pouco dos shooters convencionais. Primeiramente existem os testes de caráter, onde os jogadores serão colocados diante de escolhas controversas, e até polêmicas. Como dissemos em nossa análise da versão PSP, a primeira delas envolve apagar ou não o militar que recebe e ajuda a dupla na primeira missão em Shangai. Após as referidas escolhas, o jogo mostra algo após na vida do personagem envolvido, e, curiosamente, às vezes isso faz o jogador se sentir bem ou se arrepender profundamente, independente do caráter da decisão. Não podemos contar mais, pois estragaria uma parte que consideramos interessante do jogo, ainda mais que elas ocorrem com pouca, porém satisfatória frequência.
Outro fator tido como extra em Army of Two: The 40th Day são as missões de resgate de reféns. Todas elas são paralelas, ou seja, não são necessárias para a conclusão dos objetivos, mas salvar chineses inocentes capturados no decorrer das missões lhe renderá crédito com a população local e financeiro. Inicialmente, salvá-los é uma tarefa fácil, envolvendo a divisão de alvos com seu parceiro – cada um cuida de um, ao mesmo tempo, de forma que não haja reação e todos se salvem. Mais para frente, porém, haverá situações mais complicadas, e será preciso usar um pouco de estratégia, observando as posições de cada um no GPS. Primeiramente, quando houver três ou mais soldados inimigos, é preciso verificar, na hora da apresentação da cena, qual deles é o chefe, ou seja, o da maior patente. Por que? Porque se você se esgueirar por trás dele e conseguir fazê-lo de refém, todo o grupo se renderá. Capturar um soldado raso dessa forma só funciona se os outros forem de mesma patente – se houver um sargento, ele não vai se render, e abrirá fogo contra todos. A estratégia às vezes envolve agir rápido, pois se a melhor chance passar, ela não vai se repetir. O tempo é contra, e se o jogador demorar a tomar a decisão, eles executarão os reféns.
O problema nesse ponto é que na maioria dos casos, essas missões não ocorrem logo após um checkpoint. Isso gera uma repetição mais longa no caso de falha, e em algumas delas as falhas serão inevitáveis. Houve uma missão, por exemplo, onde tentamos de todas as formas usar a divisão de alvos, mas Rios se negava a aceitar informando que precisava de uma posição melhor para atirar. Só que não havia nada na nossa frente, e ele se distanciava até ficar atrás de uma caixa, informando logo a seguir que não dava para atirar dali. Só conseguimos resolver dez tentativas depois, com a captura dos elementos.
Por fim, há momentos em que o jogo permite você se "render". Ao baixar sua arma e obedecer os inimigos, você ganha tempo e chama a atenção para si, enquanto seu parceiro pode aproveitar a situação e abrir fogo. Enfim, há vários elementos em "Army of Two: The 40th Day" que praticamente forçam o jogador a agir em conjunto, ressaltando a cooperação. Além disso, se você quiser tirar uma "chinfra" com seu amigo, pode desafiá-lo para um emocionante pedra, papel e tesoura. Sem dúvida, somente Rios e Salem poderiam parar para jogar entre tiroteios mortais.
O dinheiro adquirido nas missões, incluindo de salvamento de reféns, serve para melhorar e comprar novas armas, equipamentos e mais. Seu personagem carrega até três armas (uma pistola, um fuzil ou metralhadora ou espingarda, e uma sniper), e pode, ainda por cima, pegar qualquer arma deixada pelos inimigos, sem precisar trocar pelas suas. Os upgrades das armas alteram de tudo desde precisão e potência até Aggro – uma Ak-47 dourada certamente chama mais a atenção do que uma convencional.
Apesar da IA de seu parceiro ser muito mais eficaz que a do primeiro, não há como se comparar à experiência quando se joga cooperativamente com um amigo. Seja em tela dividida na vertical ou online, o modo a dois de "Army of Two: The 40th Day" oferece muito mais diversão, principalmente se houver entrosamento entre ambos. Isso não se aplica, claro, quando o parceiro for um tal de Vinha, cuja IA é inferior. Houve uma missão em que ele era incapaz de dar a volta em um inimigo para pegá-lo por trás, sempre atacando antes do tempo e atirando no lugar errado. Conclusão: morremos NOVE vezes no mesmo lugar, ainda que trocando-o de função. Quando tentamos com a CPU, passamos na segunda tentativa. Não é possível um jogador entrar e sair a qualquer momento do jogo, mas a campanha para um pode ser reiniciada com um ou dois jogadores, após carregar o save game do último checkpoint.
Sem inventar o be-a-bá, "Army of Two: The 40th Day" oferece uma dose imensa de ação e catástrofe, com sequências cinematográficas. Com uma gameplay voltada para o cooperativo a dois, o jogo se difere bastante dos shooters convencionais, e oferece uma dupla bastante carismática. As decisões de caráter e salvamento de reféns, embora opcionais, acrescentam um pouco mais de tempero, e até desafios. Claro, existem defeitos, como a IA dos inimigos que nem sempre funciona de maneira eficiente. Ainda assim, as melhorias dessa segunda versão são significativas com relação à primeira, mostrando que a produção está no caminho certo e que, principalmente, Salem e Rios vieram para ficar.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
LANÇAMENTOS DA SEMANA: 01/02/2010
Disponível no Japão desde 2008, "White Knight Chronicles", RPG da Level 5, finalmente chega ao Ocidente. Na aventura, o jogador controla um garoto que obtém um antigo artefato que lhe dá a possibilidade de transformar-se no cavaleiro titular, um guerreiro de sete metros de altura. Há também outros personagens jogáveis, como uma moça com uma faca e um velho cavaleiro que utiliza magia.
"White Knight Story" tem uma grande ênfase no fator tamanho: dentre os exemplos, estão um Cavaleiro Negro do mesmo tamanho do herói, além de inimigos que chegam a dois quilômetros de extensão (como uma tartaruga que carrega uma cidade em suas costas) e pequenas criaturas que usam aeronaves para transportar suas mercadorias, a energia emanada pelos inimigos gigantes.
No PC, o RPG é online: trata-se de "Star Trek Online", que é ambientado em 2409, numa época em que a Federação e o Império Klingon não são mais aliados, tornando o universo um lugar mais hostil.
Os jogadores começam com uma nave espacial básica, e à medida que avançam terão a oportunidade de obter outros modelos e melhorá-los. É a nave e o equipamento nela instalado que definem o papel que você cumpre no combate, e cerca de 50% do tempo de jogo será passado no espaço.
PC
. Star Trek Online
DS
. Imagine: Reporter
. Puzzle Chronicles
PlayStation 3
. White Knight Chronicles
Wii
. Family Party: 30 Great Games Winter Fun
As datas de lançamento dos jogos citados acima estão sujeitas à alteração. Não há previsão de novidades para PlayStation 2 e Xbox 360, de acordo com o calendário das principais revendas de jogos norte-americanas.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Venha você tambem para o Habbo Hotel
No Habbo Hotel, você cria seu Avatar, pode interagir com seus amigos, fazer novas amizades. Personalizar seu personagem, seu quarto. Sair, se divertir, conhecer pessoas que gostam do que voce gosta, nesse mundo de possibilidades virtual.
E a sua loja Alex Games, agora conta com os cartões Habbo, que voce pode adiquirir para trocar por itens do jogo.
O que voce esta esperando, venha logo para este mundo de possibilidades.
É Facil é só clicar AQUI!
ALIEN BREED EVOLUTION: EPISODE 1 XBOX360
Apesar de relativamente nova – pelo menos se compararmos com outras mídias, como o cinema - a indústria dos games segue alguns ciclos. O avanço tecnológico dos videogames é rápido o suficiente para que recriações de jogos mais antigos com uma apresentação geral mais bacana apareçam em questão de anos. Afinal de contas, quem não lembra daquelas ilustrações bacanas nas capas do Atari, e a óbvia e total disparidade entre aquilo e o que se via na tela? Pois é. Enquanto algumas companhias têm lançado novos jogos inspirados pelo estilo retrô (até mesmo para séries novas!), outras veteranas aproveitam um pouquinho do seu histórico para revisitá-las – e por que não apresentá-las a uma nova geração de jogadores? O Team 17 é um destes estúdios, trazendo à Xbox Live Arcade Alien Breed Evolution, o primeiro de três volumes do remake do clássico da era Amiga. O jogo está previsto para a PSN e PC ainda neste ano.
A trama deste jogo de ficção científica é ambientada em Leopold, uma enorme nave espacial que colide com outra no espaço, provocando sérias avarias em ambas. O jogador controla Conrad, que está encarregado de ver a gravidade do dano, notificar a quantidade de feridos, todo este protocolo. Mas, como desgraça pouca é bobagem... além da quebradeira, incêndios e afins, uma infestação alienígena presente na segunda nave se alastra para Leopold. Não precisa dizer muito, não é? Hora de pegar em armas, se virar para conseguir mais munição e recursos e resolver esta roubada no espaço sideral. O jogo oferece uma boa experiência fechada, mas tenha certeza do inevitável gancho para o próximo capítulo em seu final...
O jogo original tinha câmera vista de cima e lembrava tantos outros games da época, como Alien Syndrome (só para nos atermos a um do mesmo tema). Já esta nova versão traz esta experiência para 3D, usando uma alavanca analógica para mover Conrad e a outra para mirar. Já conseguimos imaginar alguns jogadores reclamando coisas do tipo "ah, então é apenas mais um jogo de tiro com dois analógicos". Felizmente, não é bem assim: os gatilhos do controle servem para disparar a arma escolhida (e há uma boa variedade, sendo que só a pistola tem munição ilimitada) e usar itens, que vão de kits médicos a granadas de fragmentação e de efeito moral. A seleção destes todos é feita com o direcional digital.
Outros elementos também dão uma variedade maior e melhor no jogo. Um deles é o botão de correr, que pode ser usado até que seu personagem canse. Isto mesmo: não dá para sair correndo para sempre, em algum momento Conrad vai se mexer mais lentamente. Ah, sim: se o personagem estiver com pouca energia, ele se moverá mancando até que se faça uso de um kit de primeiros socorros. Durante a aventura, Conrad será guiado por Mia, que indicará no mapa qual o próximo lugar que deve ser visitado, e isto fica marcado em um minimapa na tela – que também marca se existem inimigos nas adjacências. Viu ''blips'' vermelhos? Prepare seu gatilho.
Como o jogo é ambientado em uma nave avariada, é esperado que muitas áreas estejam com focos de incêndio, vazamentos de gases nocivos ao homem, panes elétricas e por aí vai. Daí cabe ao jogador seguir as ordens de MIA e mexer em terminais de computador para contornar os problemas apresentados: este é outro elemento que dá uma variedade a mais, pois cada interação destas tem um medidor de tempo que requer do jogador manter o botão A pressionado até que se complete. Agora, tente fazer isto com limites de tempo como "faça isto em tantos segundos ou morra sufocado" e alienígenas pulando em você – o que interrompe o processo.
Os inimigos deste jogo são, em princípio, parecidos entre si – mas à medida que Conrad avança pela nave, novos tipos aparecem, indo dos menores e numeroros aos maiores. Além de armas e explosivos, também é possível dar coronhadas, que matarão as unidades menores e afastarão as grandes... e mais pra frente na aventura, alguns aliens têm carapaças que devem ser quebradas com golpes de proximidade, para então serem abatidos a bala / laser / granada / sua arma favorita. Não é um combate descerebrado no esquema "atire em tudo o que se mexe". Claro, isto acontece, mas jogadores dispostos a seguirem o estilo "Smash TV" encontrarão a morte várias vezes e mais cedo do que gostariam.
Na mesma onda de System Shock (e copiado em tantos outros, como Doom 3, Metroid Prime e BioShock), o jogo tem PDAs escondidos pelo cenário contando elementos extras da trama, descrições dos inimigos (e sugestões de como se livrar deles) e por aí vai – além de itens escondidos da corporação Intex. Além da campanha principal no single-player (com cinco grandes fases), o jogo também oferece um modo freeplay nas fases já destrancadas – valendo aí a competição nas tabelas de recorde online - modo cooperativo para dois jogadores no mesmo sistema ou via Xbox Live em três fases. E como já é tradição, um bocado de Achievements.
Usando o Unreal Engine 3, o jogo tem uma boa apresentação visual, indo dos efeitos de ambiente (fogo, água, fumaça), de física (caixotes, latas e afins caem e rolam pelo cenário) aos detalhes, como as roupas diferentes do herói em momentos da trama. Os estágios são um tanto típicos de jogo sci-fi, mas é possível notar diferenças entre as duas naves onde a trama acontece. O bom uso de claro e escuro funciona, pois alterna a claridade dos elementos do cenário com a escuridão das áreas mais afetadas pelas avarias. Isto tudo soma bastante ao clima de tensão - seu radar com vários bips vermelhos e você nem sempre dá conta de quem são os inimigos em volta.
A câmera do jogo é controlável – pressionar o RB e LB a giram em 45 graus para cada lado – mas em algumas sequências é dinâmica, como na fuga de um alienígena que parte como um touro para cima de Conrad, e é garantia de morte se ele te alcança. A lanterna acoplada ao cano da arma escolhida também dá um clima a mais, e detalhes como o facho de luz se comportar com realismo – isto é, se o jogador apertar o botão de recarga e Conrad levanta a arma para isto, o facho vai junto, e você está no escuro por alguns instantes – só somam ao clima de tensão.
Além dos comentários aqui e ali, a história do jogo é contada em pequenas intermissões em quadrinhos apresentada entre os episódios, cujo traço lembra HQs europeias em preto e branco (mas tudo com um tom azulado, tal qual os menus e a interface do jogo).
As músicas do jogo também funcionam muito bem, alternando momentos de calmaria e temas de ação. A trilha sonora dinâmica, como temas de ação quando surgem os aliens, dão o senso certeiro de urgência e tudo mais. Assim como os gráficos, o som guarda suas atenções aos detalhes, como o som abafado quando no vácuo do espaço. Os efeitos sonoros também são adequados, e às vezes dá para reconhecer que tipo de alienígena está vindo só pela sua "voz" (o que pode ser útil mais pra frente na aventura). Por fim, a dublagem - ouvida em sua maioria durante as intermissões - faz seu trabalho direitinho e sem exageros.
Agora chegou aquele momento ruim da análise... os problemas. É provável que o mais óbvio de todos seja sua dificuldade inconstante; sinceramente, não dá para saber se é um incentivo para que o jogador não saia atirando para tudo que é lado e conserve munição, ou desequilíbrio mesmo. Alguns finais de fase no meio da aventura são mais difíceis do que as mesmas em capítulos mais avançados. Outro elemento que pesa nisto, mesmo que indiretamente, é o espaçamento entre os save points; estes têm potencial para dar nos nervos em fases mais adiantadas. Outro aspecto que poderia melhorar é o sistema de seleção de armas e itens; no calor da batalha, dá para se confundir quanto a qual eixo do direcional serve para trocar o quê – tipo sua munição estar acabando, você quer trocar para outra arma, e de repente está alternando entre medkits e afins. Talvez uma indicação mais clara na interface do jogo ajudasse. Por fim, há o ocasional bug bobo – como os aliens saindo do chão, voltando e saindo de novo – que não estraga a experiência.
Aproveitando a chance para revisitar um clássico de seu acervo, o estúdio Team 17 não fez pouco em Alien Breed Evolution. Eles poderiam ter tomado o rumo mais preguiçoso e transformado-o em um mero game de tiro com duas alavancas analógicas – não que isto seja um problema, existe muito jogo bom neste esquema de controle... no entanto, a empresa fez um trabalho bacana ao garantir aqui uma variedade a mais. O combate não se resume a atirar e jogar explosivos para tudo que é lado: coronhadas para quebrar a guarda de certos alienígenas, o cansaço do personagem ao correr demais (e andar mancando quando muito ferido), a operação de computadores e terminais que pode ser interrompida ao ser atacado... enfim, deu uma boa variada dentro deste gênero. O audiovisual, movido pelo onipresente Unreal Engine 3, faz bonito com cenários bacanas e brincando com luz e trevas... Enquanto é uma pena que a dificuldade seja tão irregular – os "save points" distantes não ajudam – e a seleção de armas e itens poderia ser melhorada, este é um bom jogo de ação para jogar sozinho (de preferência, no escuro) ou com amigos via Live. E agora é esperar o próximo capítulo...
ANALISE: MASS EFFECT 2 XBOX360 E PC
Quando o primeiro Mass Effect foi lançado em 2007 ele ganhou a atenção do público e da mídia. Era uma super produção sci-fi que levava o gênero RPG a um novo patamar, com uma história genial apresentada de forma cinematográfica, personagens carismáticos e uma imersão incrível. Agora, quase três anos depois a Bioware lança a aguardada continuação, que sai para XBox 360 e PC.
E o que podemos esperar de Mass Effect 2? Se você gostou do primeiro título, com certeza vai se deliciar com esta nova aventura, agora um jogo mais maduro, um episódio mais obscuro e sombrio, mais trabalhado e mais complexo que o anterior. A segunda parte da trilogia (sim, a Bioware já confirmou um terceiro capítulo) possui um ritmo mais rápido de ação, elementos de RPG com o sistema de moralidade e difíceis decisões éticas a serem feitas, que fazem de Mass Effect 2 um game ainda mais envolvente do já excelente jogo original.
Curioso? Leia nossa análise e veja o que te aguarda neste jogo exclusivo para a Caixa X, que vem em dois DVDs.
Explore mundos desconhecidos, novas civilizações
A história de Mass Effect 2 é muito bem estruturada e fascinante, ela tem lugar no ano de 2185, dois anos depois da história original. Nosso velho amigo, o Comandante Shepard, está de volta no controle da sua nave Normandy. Shepard está recrutando os melhores soldados da galáxia para enfrentar uma nova ameaça sob a forma de uma raça alienígena avançada de máquinas e investigar o desaparecimento de várias colônias humanas. Como o ponto forte do jogo é a sua envolvente história, não vamos entrar em muitos detalhes, deixando ao cargo do jogador mergulhar nessa incrível trama, que conta com personagens marcantes que irão conduzir a história, com planetas e várias raças alienígenas como plano de fundo.
Você ficará de queixo caído já na introdução do game, que apresenta todo o seu poderio audiovisual no melhor estilo de Hollywood. E todos os personagens, não apenas os do elenco principal, mas todos os outros que aparecem possuem personalidades muito bem trabalhadas e diálogos criativos e originais, que justificam você falar com todo mundo que encontrar. Você vai encontrar bons amigos pelo caminho, ou então pessoas repulsivas e falsas, esteja preparado para encontrar todo tipo de pessoa.
Com o Mass Effect 1 a Bioware introduziu toda uma inovadora mecânica de interação e conversação entre os personagens, podendo escolher uma resposta emocional para questões éticas e morais, fazendo que o seu personagem tenha uma personalidade "boa" ou "má". A Bioware ficou expert nesse estilo jogo, que até hoje continua sendo um sistema relativamente inovador, usado em outros títulos como Star Wars: Knights of the Old Republic e Dragon Age: Origins, e mais do que presente em Mass Effect 2. O visual cinematográfico volta ainda melhor, com uma câmera que se movimenta constantemente durante as conversações (você pode inclusive interagir e mudar as ações durante uma cutscene), criando um toque cinemático maior que o do anterior, que tinha uma câmera estática.
E falando em personagens, o jogo apresenta mais de 90 vozes de atores, fazendo o papel de 546 personagens em várias horas de diálogos impecáveis. Mark Meer, o dublador de Shepard, disse que a dublagem do título levou o dobro de tempo de gravação que o primeiro jogo levou. Temos muitos nomes famosos na lista de dubladores, destaque para o ótimo trabalho de Martin Sheen em sua estreia como dublador de games, com o personagem "Illusive Man" e Seth Green de volta no seu papel como o piloto Joker (que novamente rouba a cena várias vezes). Paras os fãs de sci-fi temos várias referências, como Michael Dorn, o Klingon Worf de Star Trek, a gatinha Carrie Anne-Moss, a Trinity de Matrix, Tricia Helfer, a sensual number six de Battlestar Galactica e Michael Hogan, colega de trabalho de Tricia Helfer em BSG como o Coronel Tigh. A trilha sonora é assinada pelo compositor Jack Wall, mais conhecido por aqui por comandar a orquestra sinfônica do Video Games Live, que garante trilhas épicas e magistrais orquestradas, que combinam com o estilo do jogo.
Em termos gráficos o jogo impressiona, com destaque para o design e animações dos personagens, que além de serem bem fluídas e animadas, possuem detalhes incríveis em suas feições, transparecendo sentimentos como uma pessoa real. Os "atores virtuais" são tão bons que você consegue perceber sentimentos como raiva, desapontamento e felicidade sem precisar ouvir uma palavra. Os cenários variam bastante e são extremamente detalhados, coloridos, criativos e bem feitos, com inúmeros planetas para serem visitados com visuais lindos, cheios de paisagens de se tirar o fôlego. A direção artística do game é excepcional, levando o X360 aos seus extremos.
A Bioware fez o seu trabalho de casa, e praticamente todas as críticas feitas ao jogo anterior foram removidas ou totalmente refeitas. Podem esquecer os loadings e travadas nas texturas, o jogo está mais rápido e tecnicamente refinado. Nada de labirintos repetitivos, o design das fases são todas bem construídas e criativas. O nada funcional menu de upgrades e armas do jogo anterior foi substituído por um sistema mais abstrato e prático, muito parecido com os de jogos de ação. NADA dos malditos elevadores, agora o game carrega direto no andar em que queremos ficar. O sistema AI dos inimigos também está bem melhor e novas armas (como as heavy weapons) e raças foram adicionadas.
A jogabilidade do jogo está parecida com o anterior, mas com algumas melhorias, o jogo está muito mais dinâmico e fluído. Temos dois estilos diferentes, o primeiro que foca a ação em estilo livre como um TPS (third person shooter) genérico, como Gears of War e Uncharted 2 por exemplo, e os bons e velhos elementos de RPG como utilização de magias, equipar itens, exploração de cenários, customização de personagens em seis classes diferentes (e cada um com habilidades únicas) e estratégias e táticas inteligentes. Essa mistura está ainda melhor e mais imersiva, você não irá apenas moldar a história do jogo à sua personalidade, mas também o sistema de combate de seu personagem/esquadrão, que irá agradar ambos os fãs de jogos de ação e os de RPG. O sistema de upgrade para o seu esquadrão e para a sua nave Normandy (sua base de operações) está bem interessante, através de scanners e mineração de planetas, com várias opções para os diversos tipos de classes, mas não temos mais as buscas com o veículo. E agora ao invés dos inimigos derrubarem equipamentos, o jogador encontrará itens de tecnologia que poderão ser pesquisados na nave que poderão destravar novas armas.
Se você jogou o primeiro Mass Effect, pode usar o seu save e importar seu personagem e todas as decisões feitas por você, assim como em Star Wars: Knights of the Old Republic 2. Isso irá acarretar algumas mudanças sutis durante o desenvolvimento do jogo e torná-lo mais personalizado, mas aconselhamos a você jogar uma vez com o seu save e uma outra vez sem, para poder perceber melhor as diferenças. Você terá que tomar muitas decisões e já fique sabendo que suas escolhas feitas aqui, irão refletir futuramente em Mass Effect 3. Mas se você nunca jogou o primeiro (o que nós recomendamos que faça), você poderá jogar ME2 tranquilamente, mas com bem menos dramaticidade nos pontos chaves e nas referências feitas aos eventos do primeiro jogo. E os veteranos irão enlouquecer com as reviravoltas na trama, então ninguém foi esquecido, novatos e veteranos irão se divertir. O jogo possui vários finais que são determinados pelas suas escolhas durante o game, cuidado com o que vai escolher, pois o seu personagem pode inclusive morrer nas cenas finais, dependendo das suas escolhas. A interação com o seu grupo, com os seus conflitos, desejos e triângulos amorosos, irão interagir nas suas atitudes e na história principal do jogo – e é isso que torna ME2 uma experiência única e inesquecível para cada jogador. Você pode participar de missões bem elaboradas de membros do seu esquadrão, para conhecer melhor suas histórias e aumentar o seu carisma por eles (ou não).
O fator replay é fantástico, já que a história se adapta às suas decisões durante o game, além de ter várias side-quests com uma vasta área de exploração, vários planetas e dezenas de personagens NPCs para conversar. O jogo possui alguns defeitinhos, umas travadas aqui e ali, alguns loading times longos, mas que se mostram completamente insignificantes perantes ao conjunto geral da obra e que não afetam em nada a sua diversão. O jogo tem aproximadamente 30 horas de duração, e em nenhum momento ele é chato ou lento sua progressão.
Conclusão: Mass Effect 2 tem tudo para ser considerado um forte candidato a RPG do ano. Uma super produção que melhora em todos os aspectos os elementos do primeiro jogo. Uma história sci-fi fantástica e super envolvente, personagens cheios de carisma que expressam seus sentimentos, gráficos excepcionais e um visual cinematográfico de primeira qualidade, dublagens e trilhas sonora perfeitas e uma jogabilidade precisa, excitante e com profundidade, irão garantir a você várias horas de diversão. Uma obra-prima épica que fará qualquer dono de um Xbox 360 estufar o peito e ficar orgulhoso, um título simplesmente imperdível para quem quer curtir um excelente jogo.
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